REGULAMENTO DO MOTOVELOCIDADE PAULISTA 2010
ART.01 Categorias e Motos :
|
|
|
|
MOTOVELOCIDADE |
|
|
|
|
Categoria |
Codigo |
Especificação : |
Fundo |
Numero |
|
1 |
SuperBike Pro |
MV1 |
Motos 1000cc 4t - Pilotos Homologados |
Livre |
Livre |
|
2 |
SuperBike Master |
MV2 |
Pilotos com mais de 45 anos |
Livre |
Livre |
|
3 |
SuperBike ProAM |
MV3 |
Motos MV1 - Pilotos inativos em categorias superiores a pelo menos 2 anos |
Livre |
Livre |
|
4 |
SuperBike ProAM Light |
MV4 |
Motos MV1 - Pilotos Novatos ou Estreantes no Esporte |
Livre |
Livre |
|
5 |
SuperBike Stock |
MV5 |
Motos 1000cc 4t , com permanência de equipamentos de retirada obrigatória na MV1 |
Livre |
Livre |
|
6 |
600cc Naked |
MV6 |
Motos 600cc 4t - Naked - Pilotos Homologados |
Livre |
Livre |
|
7 |
600cc SuperSport Pró |
MV7 |
Motos 600cc 4t não classificadas como MV6 - Pilotos Homologados |
Livre |
Livre |
|
8 |
600cc SuperSport ProAM |
MV8 |
Motos MV6 ou MV7 - Pilotos inativos em categorias superiores a pelo menos 2 anos |
Livre |
Livre |
|
9 |
600cc SuperSport Stock |
MV9 |
Motos 600cc 4t , com permanência de equipamentos de retirada obrigatória na MV6 ou MV7 |
Livre |
Livre |
|
10 |
Ninja 250 cc |
M10 |
Monomarca Kawasaky 250 cc pilotos maiores de 13 anos . |
Livre |
Livre |
|
11 |
250 cc |
M11 |
Motos de 250 cc 4t |
Livre |
Livre |
|
|
Em todas as categorias, exceto a M10 , a preparação interna é livre respeitando-se a cilindrada do modelo |
O aspecto externo deve permanecer original |
|
|
|
|
Categoria 600 Naked injetadas – Modelos aprovados |
|
|
Fabricante |
Modelo |
|
Ducati |
Monter 695 – cilindrada máxima 720cc |
|
Honda |
CB 600 Hornet – cilindrada máxima 620cc |
|
Kasinski |
Comet 650 R – cilindrada máxima 675cc |
|
Suzuki |
Bandit 650 – cilindrada máxima 675cc |
|
Triumph |
Street Triple 675 – cilindrada máxima 700cc |
|
Yamaha |
FZ 6 – cilindrada máxima 620cc |
|
Categoria 600 Naked carburadas – Modelos aprovados |
|
|
Fabricante |
Modelo |
|
Honda |
CB 600 Hornet (carburadas e injetadas) |
|
Suzuki |
Bandit 650 |
|
Yamaha |
Fazer 600 |

ART. 02 FPM
A FEDERAÇÃO PAULISTA DE MOTOCICLISMO é a única entidade habilitada por lei a autorizar, aprovar e supervisionar atividades motociclísticas no estado de São Paulo e, em consequência, elabora o presente regulamento.
ART. 03 PRAZO
Este regulamento entrará em vigor a partir do momento de sua publicação e divulgação pela FPM junto aos filiados. Emendas de aperfeiçoamento a este Regulamento estão previstas se necessárias no decorrer do Campeonato.
ART. 04 ORGANIZAÇÃO DA COMPETIÇÃO
A) O Campeonato Paulista esta previsto para ser realizado em sete etapas, todas no autódromo de Interlagos - São Paulo.
B) As competições somente podem ser organizadas e promovidas por entidades ou empresas devidamente credenciadas pela FPM.
C) A FPM e seus promotores do Campeonato reservam-se o direito, em comum acordo com os organizadores, de adiar, suspender e alterar horários e circuitos.
D) Os horários e os nomes das autoridades da prova deverão constar no regulamento suplementar de cada etapa.
E) Se, por qualquer motivo de força maior ou de segurança, a corrida não se realizar, os organizadores não serão responsáveis perante os participantes, nem serão obrigados a qualquer tipo de indenização.
F) Ao organizador compete ter nos treinos oficiais, bem como nas provas, uma equipe MÍNIMA de 1(um) médico, equipe de resgates e enfermeiros, que deverão estar munidos de: 2 (duas) UTI móveis e 1(uma) ambulância com reanimação (Tipo B).
ART. 05 AUTORIDADES DA PROVA
A) São: o Presidente do Júri, os Membros do Júri, o Diretor de Prova e o Comissário Técnico.
B) Todas as consultas dos pilotos e equipes às autoridades de prova devem ser feitas por escrito, através da secretaria de prova, e as respostas serão expedidas por escrito, e assinadas pelo diretor de prova, cópias dos documentos ficarão arquivadas.
C) Questionamentos verbais as autoridades de prova, com respostas verbais, não podem ser utilizados para autorizar, desautorizar, justificar, protestar, etc...
ART.06 PRESIDENTE, MEMBROS DO JÚRI E DIR. DE PROVA.
Seus nomes deverão constar no Regulamento Suplementar de cada Prova. Caso o Presidente do Júri nomeado não possa chegar a tempo no evento, o Júri elegerá um novo Presidente, provisório, entre os membros.
ART. 07 INSCRIÇÕES
A) Todos os pilotos deverão ser titulares de uma licença estadual, expedida pela FPM/CBM, para o ano de 2010.
B) As inscrições deverão ser feitas antecipadamente junto ao promotor da etapa , ou, na secretaria de prova, no local do evento.
As inscrições feitas antecipadamente somente terão validade após pagamento do boleto bancário. Sempre observe eventuais benefícios financeiros para inscrições antecipadas.
C) Para os pilotos menores de 18 anos é obrigatória a apresentação de autorização dos pais ou responsáveis, com firma reconhecida (original).
D) Para cada equipe caberão 5 (cinco) credenciais, sendo uma de piloto, quatro equipe. Além disso, serão credenciados 1 (um) veículo por inscrição e 1 (um) caminhão por equipe. Perante a organização, as credenciais serão de responsabilidade do piloto.
E) A participação de pilotos estrangeiros em equipe está sujeita à apresentação dos documentos abaixo enumerados:
· Visto de trabalho temporário ou permanente, conforme art. 41, item II do decreto 2.574, de 29/04/98.
· Apólice de seguro esportivo, conforme código esportivo da Federação Internacional de Motociclismo (FIM).
· Autorização de desimpedimento da federação de origem, válida para o ano vigente.
· Contrato registrado de trabalho/prestação de serviço e/ou patrocínio, de acordo com o artigo 354 da seção I, do capitulo II, do título III, da CLT. “Decreto Lei 5452 de 01/05/43”
· Contrato de trabalho/prestação de serviço e/ou patrocínio, de 02 (dois) pilotos brasileiros, nas mesmas condições de proporcionalidade, de acordo com o artigo 354 da seção I, do capitulo II, do título III, da CLT. “Decreto Lei 5452 de 01/05/43”.
· Licença de Filiação Nacional Válida para o ano.
F) É obrigatória a apresentação de exame médico de aptidão para prática de esportes , e demais documentos na primeira participação no campeonato.
ART. 08 APRESENTAÇÃO DO EVENTO
A) A fim de viabilizar a estruturação do evento, as inscrições devem ser feitas com a máxima antecedência, assim como o envio dos documentos mencionados no art. 7, letra F;
B) Preferencialmente todos os pilotos e equipes devem se apresentar a secretaria de prova um dia antes do inicio dos treinos livres;
C) Mesmo que tendo sua inscrição quitada, o piloto é reconhecido como participante da etapa após sua presença na secretaria de prova e firmamento dos devidos documentos, condições gerais, declaração de risco, termos de responsabilidade e etc. os quais obrigatoriamente devem ser firmados antes da realização da vistoria técnica das motos e o ingresso do piloto a pista;
D) As equipes devem zelar pelo aspecto estético dos seus integrantes e das instalações de seus boxes, observando, para tal, o que se segue:
· Todos os integrantes da equipe, bem como os convidados presentes na parte frontal dos boxes devem estar uniformizados, constituindo o uniforme mínimo, para o ano de 2010, de camiseta da qual conste o nome da equipe, gravado mediante processo de silk-screen, serigrafia, bordado ou outro processo industrial similar;
· Preferencialmente os boxes devem contar com divisórias que obstruam a visam dos visitantes da parte/área operacional habitualmente na parte de trás dos boxes.
· É proibido a visualização por parte dos visitantes de barracas, varais ou aspectos que dêem a conotação de desorganização, desordem ou falta de estrutura, podendo esta equipe ou piloto ser questionado, punido ou ate mesmo impedido de permanecer no evento.
B) Haverá um período de visitação do público aos boxes, a ser determinado no regulamento particular de cada etapa. Tal período visa proporcionar ao público presente um momento de interação com as equipes, no qual são distribuídos autógrafos, suvenires e material promocional das equipes, desta forma ficam obrigados os pilotos a se apresentarem a parte da frente dos boxes durante este período, a fim de atender os fãs.
C) A concessão dos Boxes será realizada e decidida pela organização do evento, usando apenas critérios comerciais e de visibilidade.
ART. 09 TREINOS E VISTORIA DE SEGURANÇA
A VISTORIA DE SEGURANÇA é obrigatória e deverá ser realizada por categoria, conforme previsto no regulamento suplementar.
1) A apresentação da motocicleta às vistorias de segurança que antecedem os treinos livres, oficiais (cronometrados) warm up ou corrida é considerada como mais uma aceitação explícita do piloto e equipe ao Regulamento Esportivo e Técnico em vigor.
2) As motocicletas inscritas no Campeonato devem estar de acordo com o regulamento técnico e obedecer às exigências e aos procedimentos a serem seguidos durante as vistorias técnicas.
3) As vistorias de segurança não apontarão irregularidades técnicas ou itens de preparação irregulares, somente itens de segurança, podendo a moto ser aprovada nos itens de segurança e, posteriormente, ser reprovada por motivos técnicos.
4) As vistorias poderão ser realizadas a cada dia do evento antes da entrada na pista tanto para treinos livres como para treinos cronometrados. Essas vistorias terão caráter de segurança onde os pilotos são obrigados a apresentar a motocicleta e eventualmente seus respectivos equipamentos pessoais de segurança como: Capacete com selo de homologação (Snell / DOT / Inmetro / CE...), botas, luvas, macacão integral ou duas peças em bom estado de conservação e protetor de coluna.
5) Não é autorizado o uso de macacão de 02 partes, exceto para as categorias Amadoras, mediante assinatura do Termo de Responsabilidade do Piloto.
6) Documento ou nota fiscal da motocicleta poderá ser exigido e fazer parte de qualquer vistoria durante as etapas do Campeonato. Na nota fiscal devera constar o nº do quadro da motocicleta.
7) As motocicletas deverão entrar e sair da área da vistoria técnica com o motor desligado.
8) A motocicleta deverá ser apresentada à vistoria de segurança limpa e completa, em conformidade com o regulamento da respectiva categoria.
9) A motocicleta somente entrará na pista com o transponder devidamente instalado o que só ocorrerá depois da motocicleta ser vistoriada e aprovada na Vistoria de segurança.
10) O transponder só poderá ser retirado da motocicleta por integrantes da equipe do SuperBike Series. Em caso de perda ou danificação, o piloto arcara com o reembolso de R$ 1.500,00 (Hum mil e quinhentos reais) a organização.
11) A reincidência na não aprovação, por um mesmo item, em três vistorias de segurança seguidas,numa mesma etapa, excluirá a referida motocicleta dessa etapa.
12) As equipes podem vistoriar uma ou mais motos reserva, com ou sem o numeral afixado, em nome da equipe, desde que não haja mais de duas motocicletas disponíveis por piloto. Caso uma moto reserva venha a ser usada, a equipe deverá, previamente, comunicar por escrito à Direção de Prova o nome do piloto que a usará naquele evento, apresentando-a para vistoria do numeral e instalação do transponder de cronometragem.
13) Nos casos de uso de moto reserva em treino classificatório, a motocicleta substituída deverá ficar à disposição da Comissão Técnica, que determinará, a seu critério, o procedimento para vistoria da mesma, caso necessário.
14) Nos casos de uso de moto reserva em treino classificatório, as equipes poderão solicitar vistoria das motos substituídas, nos mesmos moldes dos protestos ao final de cada etapa, sendo o prazo para apresentação dos mesmos, contado a partir do término da seção de treinos oficial em que ocorreu a substituição.
15) Se forem verificadas infrações ao Regulamento Técnico durante as vistorias, o piloto e sua equipe têm a oportunidade de reparar as infrações apontadas e reapresentar a referida motocicleta e/ou equipamento de acordo com o regulamento em uma nova vistoria marcada e acordada com o Comissário Técnico que, em atenção, deve permitir que o piloto realize, no mínimo, uma sessão de treinos oficiais (cronometrados).
16) Sempre que uma motocicleta se acidente durante os treinos ou warm-up está deve ser tecnicamente avaliada no estado de acidentada e aprovada em vistoria após os reparos efetuados e necessários de acordo com este regulamento para continuar participando do evento.
17) Todo Piloto que não se apresente às Vistorias de segurança durante o horário para a sua categoria fica sujeito a uma próxima Vistoria, que será aberta, extraordinariamente, ao final das restantes categorias.
18) A qualquer momento os pilotos e equipes estão sujeitos à convocação da Vistoria para eventual coleta de amostras de combustível ou qualquer outra verificação considerada necessária.
19) Os pilotos e equipes se obrigam a submeter suas motocicletas assim como o referido equipamento de segurança particular dos pilotos a inspeção e verificação técnica pelos comissários técnicos do SuperBike Series sempre que solicitados.
20) Sempre que os pilotos e equipes forem solicitados para se submeterem a uma Vistoria não poderão, sob pena de desclassificação, recusarem-se ou obstruírem as ações de verificação devendo ainda disponibilizar equipamentos e ferramentas além de integrantes de sua equipe devidamente credenciada e capacitada para procedimentos de desmontagem e montagem mecânicas, que correrão por sua conta e risco.
21) As motocicletas, logo após cada treino classificatório, poderão ser encaminhadas diretamente à Vistoria Técnica para eventuais inspeções (não será necessária a presença do Piloto).
22) Ao final da corrida de cada Bateria as motocicletas ficarão em parque fechado de 30 minutos a partir do final da corrida, ou até o diretor de prova autorizar a retirada.
23) As motocicletas participantes ficarão sujeitas a inspeções técnicas, a critério do Júri de prova, ou mediante interposição de recurso, podendo ocorrer durante o evento até o prazo máximo de 30 minutos após o término da prova.
24) Essas vistorias podem ser acompanhadas por dois integrantes da equipe desde que devidamente credenciados e autorizados pelo Comissário Técnico (não é necessária à presença do piloto) com a incumbência de auxiliarem e/ou representarem o piloto e equipe na apresentação da motocicleta e equipamentos de segurança do piloto até ao final da Vistoria Técnica.
25) A organização se reserva o direito de vistoriar as motos, a qualquer momento, no decorrer de cada etapa. O piloto que não submeter sua motocicleta e equipamento pessoal de segurança à vistoria técnica não poderá participar dos treinos da referida etapa. Caso o piloto ou equipe se recuse a submeter sua motocicleta à Vistoria Técnica após o final da competição será punido com desclassificação da prova.
26) Não é permitido reabastecimento ou alteração de qualquer espécie nas motos antes da vistoria.
27) TREINOS LIVRES: As seções de treinos livres serão realizadas no primeiro dia da etapa e possuem um tempo estipulado de 20 minutos por seção, podendo este variar de acordo com a organização. Estão previstas 3 seções por categoria, podendo este numero variar de acordo com a organização. O SuperBike Series reserva-se o direito de realizar alterações no número de seções, na duração de cada seção, bem como realizar fusões de categorias para treinos, em virtude do número de inscritos.
28) TREINO CLASSIFICATÓRIO: Os treinos para composição do grid de largada deverá ser realizado com duração máxima de 30 minutos e mínima de 10 minutos, para cada classe. Cada piloto deverá concluir pelo menos uma volta cronometrada para ser classificado. Sua eventual não participação no treino cronometrado classificatório somente permitirá sua participação na corrida, mediante solicitação por escrito a direção de prova, que avaliará caso a caso e eventualmente permitirá que o piloto largue dos boxes ou em ultima posição no grid de largada. Se por motivo de força maior o treino não puder ser realizado o grid de largada será formado com os melhores tempos dos treinos anteriores, mesmo que tenham sido treinos livres. Podendo ainda existir treinos denominados como SuperPoles a certas categorias, os quais participarão somente os 10 pilotos mais rápidos de cada grupo de treino, ou grupo de grid.
29) A velocidade máxima permitida no Box/Pit Line é 30 Km/h, caso o radar registre velocidade maior,
o piloto será punido em 10 segundos em seus melhores tempos de treino ou corrida dependendo do momento da infração e a critério da direção de prova.
ART. 10 RESULTADO DOS TREINOS
O resultado dos treinos classificatórios determinará a composição do grid de largada.
A depender do numero de motos inscritas, ou conforme regulamento suplementar, ou mesmo por motivo de segurança, a direção de prova poderá aplicar índices de corte relacionados ao tempo de classificação dos participantes. Podendo ser de 107% a 120% do tempo da pole.
(SOMENTE NOS CASOS DE ETAPA CONJUNTA COM O BRASILEIRO DE MOTOVELOCIDADE) Para a categoria Superbike Pro será aplicado um índice de corte de 112%. Para as demais categorias será aplicado um índice de corte de 120%. A aplicação destes valores de corte está condicionada ao número de participantes inscritos na etapa.
O índice de corte significa que o tempo de volta mais elevado para que um piloto seja admitido no grid de largada deverá ser inferior ao percentual de corte da sua categoria. O índice de corte é definido em relação ao tempo do piloto primeiro colocado no treino cronometrado. Serão desclassificados os pilotos cujo tempo seja superior ao índice de corte para o grid de largada, independente da categoria.
ART. 11 TREINOS LIVRES NO DIA DA PROVA
Haverá um aquecimento para cada classe (warm-up). A participação dos pilotos nesse aquecimento é opcional e reservada aos pilotos qualificados para a etapa.
ART. 12 GRID DE LARGADA
O Grid será formado da seguinte forma: 4x4x4... Ou eventualmente definido pelo diretor de prova na reunião com os pilotos alterando para 3x3x3 ou 2x2x2.
Não é permitido o abastecimento de combustível ou lubrificante no grid de largada.
O número máximo de motocicletas por bateria será definido no regulamento suplementar ou durante a reunião com os pilotos. O critério geral é 11,5 pilotos por km de extensão do circuito. O grid não será formado por menos que seis motos. Não haverá largada com menos de seis motos, o Diretor de prova poderá juntar as categorias neste caso.
Os integrantes das equipes que estejam acompanhando os pilotos somente acessarão a pista se uniformizados e munidos de credencial específica. Tendo o limite de 3 acompanhantes por piloto.
ART. 13 PROVAS
A) A duração de cada prova será definida no regulamento suplementar.
ART. 14 PROCEDIMENTOS DE LARGADA
São considerados pilotos, para os efeitos deste artigo, apenas os participantes da bateria em questão.
8 minutos antes da volta de aquecimento, os Boxes serão abertos durante 5 minutos para os pilotos se dirigirem ao Grid.
Placas 5, 4, 3, 2,1 min indicarão tempo de fechamento dos boxes.
Os pilotos não podem realizar mais de uma volta de aquecimento passando através do pit lane (box). Uma vez que saiam do Box as motos devem seguir para o grid de largada.
Reabastecimento é proibido no grid de largada
03 minutos antes da volta de apresentação, fecham-se os “Boxes”.
Pilotos que fizeram sua volta de apresentação deverão se posicionar em sua posição pré definida pelo grid. (serão permitidos apenas 3 pessoas por piloto no grid, sendo uma que segura o guarda sol)
Comissários mostrarão placas indicativas das filas para orientação dos pilotos.
Neste momento o diretor de prova declara se a prova será em procedimento de WET ou DRY através de uma placa. Se nenhuma placa for mostrada a corrida será automaticamente em procedimento DRY.
Neste momento os pilotos podem fazer ajustes nas motos bem como trocar pneus.
Aquecedores de pneus podem ser usados no grid
Não serão permitidas baterias elétricas no grid, somente geradores portáteis com capacidade máxima de 2 KW.
Geradores deverão ser posicionados atrás da motocicleta
Todos os ajustes deverão estar completos ate a placa de 3 min. Após esta placa, pilotos que desejam fazer ajustes deverão empurrar sua moto e retirar do grid.
Os pilotos que não saírem dos boxes até o fechamento, deverão largar para volta de warm up do box, após a passagem do safety car, e sob orientação dos comissários do box.
Após 30 seg da passagem do safety car o box é fechado novamente. Pilotos que não saíram até este momento deverão largar da saída do box.
Pilotos que largarem para a volta de apresentação da saída do box poderão ultrapassar o safety car buscando a sua posição no grid.
Pilotos que completarem a volta de apresentação após a chegada e parada do safety car, atrás do grid, deverão permanecer atrás do grid sendo que sua largada será controlada pelo comissário de largada.
Placa de 5 minutos – 5 min antes da largada da volta de warm up
Placa de 3 minutos – à exceção dos pilotos, comissários de pista e um auxiliar por moto, todas as pessoas deverão sair do Grid. Nenhum ajuste poderá ser efetuado nas motos. Os cobertores térmicos deverão ser removidos.
Placa de 1 minuto – ligar motor e liberar pista (saída dos auxiliares e retirada de quaisquer equipamentos de apoio).
30 segundos antes da saída para a volta de aquecimento, todas as motos deverão estar funcionando e os pilotos prontos. O piloto que não ligar a moto deverá sair da formação de largada.
O comissário dará a largada para a volta de aquecimento com uma bandeira verde.
Após a volta de aquecimento, todos os pilotos deverão se realinhar conforme sua posição no grid.
Os pilotos que chegarem ao Grid, depois do Safety Car, deverão largar da última linha do grid, perdendo a sua posição original.
O comissário de largada, com bandeira vermelha, se posicionará a frente do Grid. No final do Grid, o comissário com bandeira verde passará para avisar que todos estão prontos. Neste momento, não baixará caso o comissário perceba que existe um problema com alguma moto na fila.
O comissário da bandeira vermelha se deslocará para o lado de fora da pista e será ligada a luz vermelha.
Após 2 a 5 segundos, a luz vermelha se apagará, dando a largada.
Após as motos passarem pela saída do pit lane, o box se abre liberando as motos que estão nos boxes.
Queima de largada: Queima de largada é definida pela motocicleta se mover para frente enquanto a luz vermelha estiver acesa. A Direção de Prova decidirá se cabe penalidade (acréscimo de tempo ou stop and go de 5”) e deverá providenciar para que a equipe seja informada através do som de box. Se um piloto deixar a moto morrer na largada ele pode ser ajudado a largar. Caso não consiga deve ser empurrado para o pit lane, onde este pode fazer os reparos necessários, inclusive podendo trocar de motocicleta até a primeira passagem do líder completando a primeira volta.
Caso não esteja disponível a luz vermelha, a largada será dada com a bandeira quadriculada.
ART. 15 CORRIDA WET OU DRY
Todas as corridas serão classificadas como wet ou dry
Corridas DRY: caso as condições climáticas se alterem a ponto de haver necessidade de troca de pneus, a prova será interrompida para troca de pneus e uma nova largada será feita.
Corridas WET: As corridas não se interrompem em função de mudanças climáticas
Uma corrida interrompida por condições climáticas a relargada será obrigatoriamente WET.
ART. 16 STOP AND GO
A penalidade de STOP and GO será cumprida ao final do pit lane sob coordenação do fiscal de box.
Após a parada total da motocicleta, e só então, o comissário contará 5 segundos, liberando então a motocicleta para reingresso na pista.
O comissário do PSDP mostrará uma placa com o número do piloto e a palavra “STOP”, por um máximo de três voltas. Se o piloto não cumprir a penalidade, será penalizado . Em caso de não haver tempo para o cumprimento de penalidade, o piloto terá XX segundos ( a critério da direção de prova )acrescentados ao seu tempo de prova e será reclassificado, de acordo com seu novo tempo total.
ART. 17 TREINO DE LARGADA
Durante os treinos e provas é proibido parar na pista. Excepcionalmente ao final do Warm up, após a bandeira quadriculada ser mostrada os pilotos poderão, ao longo da pista, realizar treinos de largada, sempre tendo em mente a segurança.
ART. 18 BANDEIRAS
VERDE
Pista livre
Deve ser mostrada parada em todos os postos na primeira volta dos treinos, warm ups e volta de apresentação.
Deve ser apresentada parada no posto imediatamente após o acidente ou incidente que necessite o uso de bandeiras amarelas.
Deve ser usada agitada na abertura do pit lane
Deve ser usada na largada da volta de warm up
AMARELA
Deve ser mostrada agitada indicando perigo à frente. Os pilotos devem reduzir a velocidade.
Ultrapassagens são proibidas até o ponto onde a bandeira verde é mostrada. Infração a esta regra nos treinos incidirá em perda do tempo na volta da infração, infração durante as corridas incidirá em stop and GO ou penalidade de tempo.
Em ambas as situações, caso o piloto devolva a posição imediatamente após perceber a infração, levantando o braço para indicar tal procedimento, as penalidades não serão aplicadas, a critério da direção de prova.
Deve ser mostrada parada no posto anterior a bandeira agitada.
Deve ser mostrada parada fixa no local exato dos postos de sinalização durante a inspeção do circuito.
Deve ser mostrada agitada em todas as filas no caso de largada adiada
Deve ser mostrada parada no pit lane indicando moto trafegando no pit.
AMARELA COM LISTRAS VERMELHAS
Deve ser mostrada parada indicando naquele setor falta de aderência por outra razão sem ser chuva.
BANDEIRA BRANCA COM DIAGONAIS VERMELHAS
Deve ser mostrada parada indicando inicio de chuva fraca.
BANDEIRA BRANCA COM DIAGONAIS VERMELHAS + AMARELA COM LISTRAS
VERMELHAS
Chuva nesta seção. Estas bandeiras devem ser mostradas juntas e paradas
BANDEIRA AZUL
Deve ser mostrada agitada indicando ao retardatário que os lideres irão ultrapassá-lo.
BANDEIRA BRANCA
Veiculo médico na pista (ambulância e/ou medical car) reduza velocidade ultrapassagem proibida.
Mesmo critério da bandeira amarela.
Deve ser mostrada agitada no posto onde a ambulância se encontra e parada no posto anterior.
Ultrapassagens permitidas somente após a ambulância.
BANDEIRA QUADRICULADA BRANCA E PRETA
Deve ser mostrada agitada, ao nível da pista, indicando fim de treino ou prova
BANDEIRA QUADRICULADA BRANCA E PRETA + AZUL
Deve ser mostrada a quadriculada agitada e a azul parada indicando ao piloto que antecede ao líder da prova na volta final que este deve dar mais uma volta.
BANDEIRA VERMELHA
Deve ser mostrada agitada em todos os postos indicando interrupção de treino ou prova. Pilotos devem voltar lentamente para os boxes.
Deve ser mostrada parada no final do pit lane indicando box fechado.
Deve ser mostrada parada em frente ao grid indicando fim da volta de warm up
Deve ser usada no carro de direção de prova fechando a pista
BANDEIRA PRETA
Deve ser mostrada em todos os postos parada com o numero da moto indicando desclassificação.
BANDEIRA PRETA COM BOLA LARANJA
Deve ser mostrada parada juntamente com o numero do piloto indicando problemas mecânicos na moto determinando parada imediata nos boxes. Infração a esta regra acarretará a desclassificação.
ART. 19 INTERRUPÇÃO DE CORRIDA
Se o Diretor de prova decide interromper uma corrida por questões climáticas ou por qualquer outra razão, este mostrará em todos os postos uma bandeira vermelha. Todos os pilotos devem se dirigir imediatamente, em baixa velocidade, para os boxes.
O resultados serão os resultados obtidos onde o líder e os demais pilotos na mesma volta do líder tenham feito uma volta completa sem a bandeira vermelha ( volta anterior ).
Caso o numero de voltas seja inferior a 3 voltas cronometradas a corrida poderá a critério do diretor de prova será iniciada novamente com o numero de voltas original e de acordo com o grid original.
No caso do numero de voltas completas for maior ou igual a 3 e menor que 2/3 das voltas previstas os pilotos relargarão para uma nova corrida descontando o numero de voltas já completadas na corrida interrompida. Neste caso o novo grid será definido em função do resultado da bateria interrompida.
No caso de numero de voltas maior que 2/3 das voltas previstas a corrida será considerada encerrada e válida.
Caso uma corrida interrompida e após a relargada venha a ser novamente interrompida sem que 2/3 das voltas seja cumprida, a corrida será declarada nula.
Caso 2/3 de voltas não seja um numero inteiro, este será arredondado para cima.
No caso de relargada as motos poderão ser reparadas e ou trocadas
Todos os pilotos que foram permitidos largar na primeira bateria poderão largar na relargada, caso a corrida interrompida tenha menos de 3 voltas.
Somente os pilotos que finalizaram a bateria interrompida poderão relargar, no caso de mais de 3 voltas e menos de 2/3.
ART. 20 PONTUAÇÃO
A) Para obter classificação o piloto deverá completar o mínimo de 75% de voltas realizadas pelo vencedor. (Caso o número não seja inteiro, arredondar para o número imediatamente superior), e receber bandeira quadriculada.
B) A pontuação para cada prova será como segue:
|
1º |
25 pontos |
6º |
15 pontos |
11º |
10 pontos |
16º |
5 pontos |
|
2º |
22 pontos |
7º |
14 pontos |
12º |
9 pontos |
17º |
4 pontos |
|
3º |
20 pontos |
8º |
13 pontos |
13º |
8 pontos |
18º |
3 pontos |
|
4º |
18 pontos |
9º |
12 pontos |
14º |
7 pontos |
19º |
2 pontos |
|
5º |
16 pontos |
10º |
11 pontos |
15º |
6 pontos |
20º |
1 ponto |
C) Será concedido um ponto extra por prova ao Pole de cada categoria ( Vencedor da SuperPole ).
D) Em provas ocorridas em conjunto com o Campeonato Brasileiro, categorias distintas poderão ou não participar da etapa.
ART. 21 CLASSIFICAÇÃO FINAL DO CAMPEONATO
Em caso de empate, o desempate será como segue, por ordem de prioridade:
A) Número de melhores resultados nas corridas.
B) Melhor posição na última bateria do campeonato
ART. 22 DISCIPLINAR
A) Conforme código disciplinar da FIM/CBM/FPM, o Diretor de Prova poderá tomar decisões sobre as infrações e punir, imediatamente, o Piloto, durante a etapa do Campeonato.
B) As punições possíveis são:
· Advertência: Pública ou não.
· Stop And Go: Procedimento conforme descrito no regulamento.
· Troca de posição: Altera a colocação do piloto na prova.
· Punição em tempo de prova: Normalmente de 20 segundos, mas pode ser elevada a critério da direção de prova.
· Desclassificação da etapa.
· Retirada parcial de pontos do Campeonato.
· Suspensão nacional ou regional não superior a 30 dias.
· Encaminhar solicitação de punição maior à Comissão Disciplinar.
C) Quantidade de penalidades:
· Podem ser aplicadas mais de uma penalidade, avaliadas de acordo com a circunstância.
· O piloto que for desclassificado pela segunda vez, será suspenso automaticamente da próxima etapa.
D) Agressão física ou moral a autoridades da Prova: Exclusão da Etapa e pedido de punição à Comissão Disciplinar da FPM . (Desclassificação do Campeonato, suspensão e/ou cassação de licença).
E) A ação do Diretor de Prova, do Júri de Prova e do Comissário Técnico deve seguir regulamento especifico da FPM/CBM.
ART. 23 PROTESTO, RECLAMAÇÕES e RECURSOS.
A) Os protestos contra pilotos, equipes, motocicletas, atitude antidesportiva e Diretor de Prova, deverão ser feitos por escrito, pelo piloto, ou seu representante legal por procuração.
Em caso de protesto contra motociclieta , os mesmos itens protestados , deverão ser avaliados na motocicleta do reclamante , que deverá encaminhar ou manter sua motocicleta no parque fechado .
B) Os prazos para protesto:
· Protestos contra as motocicletas, atitude dos pilotos e equipe, procedimentos da organização e qualquer acontecimento relativo ao andamento do evento: Os protestos podem acontecer a qualquer momento a partir do início do evento, até no máximo 30 minutos após a bandeirada de encerramento do treino ou bateria da respectiva categoria.
· Protestos contra o resultado do treino ou bateria, ou contra a decisão do diretor de prova: Os protestos podem acontecer até no máximo 30 minutos após a publicação do resultado, o horário de publicação do resultado do treino ou bateria será anotado na secretaria, junto com a assinatura da pessoa responsável, antes de copiar o documento para distribuir aos pilotos.
C) Todos os protestos devem ser ESPECÍFICOS POR ITEM e acompanhados de uma taxa em dinheiro, conforme a classe da motocicleta protestada:
500cc / 250cc / 135cc / 125cc - R$ 500,00
600 Naked - R$ 1.000,00
SBK Pro / SBK Pro Am - R$ 1.500,00
Amador Triumph/Buell/Stock – R$ 1.500,00
Os protestos serão protocolados na secretária de prova, onde será anotado o horário de recebimento, cobrado a taxa e feita uma cópia para arquivo.
Depois de protocolados, os protestos serão levados pelo piloto, ou seu representante legal por procuração, até o Diretor de Prova, que fará a avaliação se está corretamente explicado o motivo(s) e o item do regulamento em questão.
Caso o protesto não seja aceito pelo Diretor de Prova, este será devolvido imediatamente ao piloto, e a decisão comunicada a secretaria para que a taxa seja devolvida.
D) Os protestos serão avaliados pelo Diretor de Prova ou pelo Júri de Prova; no caso de procedência, o valor será reembolsado ao reclamante, caso contrário, reverterá em favor da FPM .
E) Não cabem protestos contra decisões do Júri de Prova.
F) Conforme estatutos da FPM/CBM e Código disciplinar da FIM, para recurso contra a decisão do Júri da Prova, o reclamante deverá encaminhar seu recurso à Comissão Disciplinar acompanhado da respectiva taxa.
G) No caso de recurso contra decisão da Comissão Disciplinar, o recurso deverá ser encaminhado ao Superior Tribunal Esportivo e acompanhado da respectiva taxa.
H) Apenas o Diretor de Prova e o Júri da Prova estão habilitados a interpretar o regulamento.
ART. 24 MOTOCICLETAS E CATEGORIAS
A) O regulamento particular de cada categoria traz a lista das motos homologada. Os fabricantes que não tiverem seus modelos incluídos em uma ou mais listas podem requerer a homologação de seus respectivos modelos junto à FPM.
B) São as seguintes as categorias do Paulista 2010.
Profissionais
125cc
135cc
250cc
600i Naked (injetada)
600 Naked (carburada)
SuperBike Pro
Pró-Amadores
SuperBike Pro-Am
Amadores
Triumph
Buell
SuperBike Stock
C) Participam das categorias profissionais os pilotos que possuem motos com carenagem e preparadas para competição, nas cilindradas especificadas que já tenham participado ou não de provas em âmbito nacional, de acordo com os seguintes critérios:
· 125cc, e 250cc
o Geral: pilotos que já participaram de provas
o Estreante: pilotos que nunca participaram de provas da categoria
· 600 e 600i Naked
o Geral: pilotos que já participaram de provas
o Estreante: pilotos que nunca participaram de provas da categoria
· SuperBike Pro
o Geral: pilotos que já participaram de provas
o Estreante: pilotos que nunca participaram de provas da categoria.
D) Pró-Amadores - Participam da categoria SUPERBIKE PRO-AM pilotos novatos, que possuem motos com carenagem, visualmente semelhante as motos dos profissionais, ou até mesmo com o mesmo nível de preparação, porém com pilotos menos experientes e velozes;
São pré-requisitos para o piloto:
· Não ter participado por mais de 2 anos de provas oficias, inativo nos últimos 24 meses.
· Caso não tenha participado de competições regionais deverá apresentar certificado, de curso de pilotagem , que habilite o piloto a participar de competições.
E) Os cinco primeiros no campeonato da categoria SUPERBIKE Pro-Am deverão obrigatoriamente trocar de categoria no próximo ano, seguindo a uma das categorias profissionais. Apenas uma eventual não evolução nos tempos de volta dos lideres permitira sua permanência na categoria. Situação a ser avaliada no termino do campeonato pelo comitê organizador.
F) Participam das categorias amadoras, motos que se enquadrem nas seguintes características:
· Triumph: Modelos 675 e 955 de quaisquer anos, com carenagem de pista ou original, com presença ou não de faróis, setas e luzes de freio, conforme descrito no Regulamento Técnico da categoria.
· Buell: Modelos CityCross, XB 12S, XB 12Ss, XB12R e Ulysses de quaisquer anos, conforme descrito no Regulamento Técnico da categoria
· SuperBike Stock: motos a partir de 600cc, esportivas ou naked, seguindo a seqüência de marcas aceitas no Regulamento Técnico da categoria e mantendo suas características de moto “de rua”, dentre elas
o Presença de Faróis, luzes de freio e setas
o Carenagem originais, caso a moto tenha.
ART. 25 PNEUS
A) Os pneus homologados para todas as categorias do Campeonato em questão, são os da marca Pirelli para as categorias profissionais e Pirelli/Metzeler para as categorias amadoras e pro-amadoras, e deverão ser comprados do lote fornecido para a etapa em questão.
É obrigatória a utilização de 02 (dois) adesivos da Pirelli fornecidos pela organização, nas carenagens das motocicletas em local determinado.
Será vetada a participação dos pilotos que se recusarem a utilizar os adesivos.
Os pneus serão identificados por um selo holográfico auto-destrutivo. A moto que não estiver com os adesivos holográficos fixados na lateral do pneu serão impedidas de entrar na pista para treino livre, treino cronometrado ou prova.
ART. 26 DUVIDAS
Em caso de duvidas , primeiramente prevalece o REGULAMENTO GERAL COMUM A TODAS AS MODALIDADES , se persistirem duvidas , a interpretação é do Júri da Etapa .